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Tipos

LSD
e Ecstasy
Clavicepis
purpurea (ergot)
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São
drogas sintéticas, e provocam distorções sérias no
funcionamento cerebral; o usuário sente-se um
"super-homem", incapaz de avaliar situações de
perigo; ilusões, alucinações e desorientação têmporo-espacial
são comuns.
Destacamos algumas reações do uso agudo ou crônico do
LSD:
- Alteração das percepções visual, gustativa, tátil,
auditiva e olfativa
- Sensação anormalmente estranha de perda do limite
entre o espaço e o corpo
- Sensação de que os sons podem ser vistos
- Sensação de pânico e medo
- Apreensão constante
- Reações psicóticas representadas por alucinações,
delírio, grande labilidade afetiva, depressão psíquica
- Sensação simultânea de relaxamento e tensão, alegria
e tristeza
- Sensação paranóide de poder voar
- Morte acidental
- Aparecimento de surtos de esquizofrenia
- Distúrbio da memória, reflexos exaltados
- Tremores corporais
- Náuseas, tonteira
- Parestesia (sensação pervertida de formigamento,
arranhamento ou queimação da pele)
- Distúrbios visuais
- Perda do controle dos pensamentos
- Aumento da glicose no sangue e da freqüência cardíaca
- Elevação da pressão arterial e convulsão
(Fonte: Salvar o Filho Drogado, Dr. Flávio
Rotman, 2ª edição, Editora Record)
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O
LSD é solúvel em água, pode ser rapidamente absorvido
depois de administrado oralmente e é eficaz em
quantidades notavelmente pequenas. Uma dose média de 25
microgramas pode produzir efeitos significativos durante
10 a 12 horas. Sua potência é impressionante (300 mil
vezes mais ativa que a maconha), porque o tecido cerebral
mantém uma baixíssima concentração de LSD em relação
a qualquer outro tecido do corpo, durante todo o tempo
posterior a ingestão da droga.
A tolerância ao LSD ultrapassa a maioria dos outros
alucinógenos, incluindo os derivados de anfetamina alucinógena
e a mescalina; mas não se estende à maconha. Os usuários
de LSD, portanto, repetem as doses após longos intervalos
e não o substituem nem o administram simultaneamente com
outros alucinógenos.
( Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D.
Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)
Ecstasy
*Chamada
erroneamente de droga do amor, o ecstasy é considerada
uma droga nova e é muito conhecida entre a galera que
sai à noite na balada, principalmente em raves. O ecstasy
causa uma sensação de euforia e prazer. Segundo algumas
pessoas que já experimentaram a droga, você é tomado por
uma sensação de leveza, alegria e poder.
O ecstasy foi inventado em 1914 em uma pesquisa com antidepressivos
com efeito rápido. Começou a ser usada há 10 anos na Inglaterra
e hoje é consumido em geral por jovens de classe média.
O tráfico não vem dos morros das favelas: na maioria das
vezes, é feito dentro de algumas festas mesmo.
Mas o perigo está justamente nessa sensação de poder que
a droga passa. Esse "bem estar", alegria e muita energia
é como se fosse uma "ilusão" que o cérebro passa. De repente,
uma pessoa toma a droga e fica dançando por umas 5 horas,
mas muitas vezes ela não tem um preparo físico para agüentar
tanta agitação. Não é raro algumas pessoas ficarem com
febre ou resfriadas no dia seguinte. Isso porque a droga
diminui a resistência do corpo.
Está muito errado quem pensa que só porque o ecstasy é
"droga de final de semana", não vicia. Vicia sim! O ecstasy
é uma anfetamina, uma droga sintetizada em laboratório.
Anfetamina é estimulante do sistema nervoso central. Ou
seja, faz com que você fique "ligado" por mais tempo do
que o normal, executando atividades e descartando o descanso.
Só que esse cansaço aparece depois que a droga sai do
organismo. Quando o usuário for tomar a droga de novo,
a energia vem em menor intensidade. Aí, é claro que a
pessoa vai tomar uma dose muito maior na próxima vez.
O organismo da pessoa vai ficando cada vez mais tolerante
à droga e aí vira uma bola de neve. Quando menos se imagina,
a pessoa já virou dependente.
A droga pode provocar euforia, desinibição, ansiedade
e intensa sensação de sociabilidade. Porém, existem casos
onde os efeitos são exatamente ao contrário: ao invés
de prazer, a pessoa pode ser tomada por uma sensação de
paranóia e pânico, além de profunda depressão.
Depois de ingerido, o ecstasy começa a fazer efeito depois
de 20 a 60 minutos. Além de psíquico, causa efeitos físicos:
aumento da pressão arterial, aceleração dos batimentos
cardíacos, diminuição do apetite, pupilas dilatadas e
boca seca. O metabolismo acelera, e por isso, a temperatura
do corpo aumenta, chegando até 40º. Esse é um dos motivos
que levam os consumidores a beber litros e litros de água
enquanto dançam. A vista também fica sensível a luz, por
isso que muitos usam óculos escuros.
Aliás, o calor provocado pela droga é o efeito colateral
mais discutido, sendo que se a temperatura do corpo aumentar
muito, pode causar convulsões e levar o usuário até a
morte. Para saciar a sede, o pessoal abusa da água. Só
que aí que vem o dilema: se beber muita água, o usuário
não vai conseguir controlar a urina e se não beber muita
água, pode sofrer de desidratação!!
Lembrando que como a droga faz parte do grupo das anfetaminas,
os efeitos deste também servem para o ecstasy: sérios
danos no fígado, coração, cérebro e degeneração dos neurônios,
além da possibilidade de aparecer sintomas psíquicos como
paranóia, agressividade, ansiedade fóbica, insônia, etc.
Depressão e perda de memória são outros efeitos colaterais.
Ou seja, por se tratar de uma droga química, ou seja,
produzida em laboratório, os efeitos dessa e de tantas
outras drogas podem não ser tão agradáveis assim como
muitas pessoas acham!
* Fonte:
MSN
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