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Doença ligada ao vício do cigarro é a quinta causa de morte no Brasil, aponta OMS  Artigos sobre drogas e alcool - Site Antidrogas


A Crítica
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) mate cerca de 40 mil brasileiros por ano.

Essa semana é celebrado o Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e é uma importante ocasião para informar a população sobre esta doença que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acomete mais de 200 milhões de pessoas no mundo e pode se tornar a terceira principal causa de morte em 2020.

No Brasil, a situação também é preocupante – estima-se que a enfermidade mate cerca de 40 mil pessoas por ano e, em 90% dos casos, a fumaça do cigarro é a principal causa. A pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) revelou que 11,3% da população brasileira é fumante.

A mesma pesquisa também trouxe dados otimistas mostrando que 28% dos fumantes largaram o cigarro nos últimos oito anos. Embora os dados sejam positivos, os números de pacientes com DPOC ainda são alarmantes. A doença atinge geralmente indivíduos que fumam há mais de 20 ou 30 anos e os sintomas normalmente começam a se manifestar a partir dos 40 anos de idade. Atualmente, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a doença vitima oito milhões de brasileiros nessa faixa etária.

A doença apresenta uma evolução progressiva, que engloba bronquite e enfisema pulmonar. Ela se desenvolve a partir da exposição prolongada dos brônquios (estrutura que leva o ar para dentro dos pulmões) às substâncias tóxicas contidas nas fumaças e irritantes químicos.

Segundo Dr. Oliver Nascimento, pneumologista e presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), os sintomas da DPOC se manifestam por meio de tosse, produção de catarro e falta de ar. Por conta disso, muitas pessoas não procuram um médico nessa situação, pois acham que são consequências somente do consumo do cigarro (pigarro do fumante). Muitas pessoas só percebem que estão com a doença quando ela já apresenta um quadro avançado, alerta o especialista. “Assim que tiver os primeiros sintomas, o paciente deve procurar um médico. É possível ter um diagnóstico precoce da patologia por meio de um exame chamado espirometria, que permite registrar os níveis de fluxo de ar que entram no pulmão”, conclui.

Segundo Dr. Oliver Nascimento, pneumologista e presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), os sintomas da DPOC se manifestam por meio de tosse, produção de catarro e falta de ar. Por conta disso, muitas pessoas não procuram um médico nessa situação, pois acham que são consequências somente do consumo do cigarro (pigarro do fumante). Muitas pessoas só percebem que estão com a doença quando ela já apresenta um quadro avançado, alerta o especialista. “Assim que tiver os primeiros sintomas, o paciente deve procurar um médico. É possível ter um diagnóstico precoce da patologia por meio de um exame chamado espirometria, que permite registrar os níveis de fluxo de ar que entram no pulmão”, conclui.

A DPOC demora cerca de 20 anos para se instalar por completo no organismo. Exatamente por isso, quando os sintomas aparecem, as pessoas costumam acreditar que sejam apenas sinais de envelhecimento. Para o Dr. Alex Macedo, mestre em Pneumologia pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), “o grande problema está na detecção do diagnóstico correto. No mundo todo, podemos dizer que apenas 12% dos pacientes recebem o diagnóstico. Os sintomas da doença se desenvolvem lentamente e são muito parecidos com as características de diversas outras enfermidades”, explica o especialista.

O ideal é procurar um médico assim que notar algo diferente para um diagnóstico rápido. Entre os sintomas estão: tosse, catarro, fadiga, infecções respiratórias frequentes, respiração ofegante e falta de ar ao praticar atividades leves.

Tratamento

Para tratar a DPOC, existem medicamentos broncodilatores de diferentes tipos, que são utilizados de acordo com a gravidade de cada paciente. Os casos mais graves podem requerer broncodilatadores associados aos medicamentos anti-inflamatórios.

Para os quadros que apresentam processo infeccioso, uma das formas de controlar a doença é com uso de antibiótico a base de moxifloxacino (Avalox®, da Bayer). Por meio desta terapia 70% dos pacientes que sofrem de DPOC obtêm melhoras dos sintomas já no terceiro dia.

Se utilizado de modo intermitente por um ano para prevenir infecções foi observado em estudo mundial uma diminuição de infecções em 45%. O aumento do intervalo entre as crises foi outro benefício comprovado em pacientes nas situações mais graves.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)







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