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Herona entra na rota do narcotrfico do pas   Notcias sobre drogas e alcool - Site Antidrogas


BRASLIA - A herona, uma das drogas mais pesadas, comea a invadir o Brasil. Representantes das polcias de oito pases andinos se renem hoje em Tabatinga (AM) para redefinir operaes de combate ao narcotrfico, especialmente preocupados com o aumento do consumo da herona na regio. Agentes da Polcia Federal detectaram a entrada do entorpecente no pas via Colmbia, e o crescimento do nmero de consumidores, antes quase insignificante.
Como os maiores plantadores de papoula no Afeganisto passaram a ter dificuldade para escoar a produo depois dos ataques americanos ao Talib, o cultivo tornou-se fonte de negcio dos traficantes colombianos. Campos da Papaver somniferum, a planta usada na produo de pio e herona, foram descobertos tambm no Mxico. At o ano passado, a Colmbia respondia por apenas 2% da produo mundial.

O coordenador-geral de Preveno e Represso a Entorpecentes da PF (CGPRE), delegado Getlio Bezerra, confirma a entrada da droga no pas. S este ano, houve trs apreenses - em So Paulo, Boa Vista e Manaus. 'A herona vai invadir o mercado', prev o delegado. Em 2000, nenhum grama da droga foi apreendido no Brasil, segundo a PF. No ano passado, contudo, foram 27 quilos. E apenas nos primeiros trs meses de 2002 a polcia recolheu 11 quilos de herona.

Alto custo - Alm de ser mais forte que a cocana, a herona bem mais cara. ' o triplo do preo', informa Getlio. 'Apreenso de herona era raro no Brasil.' Em Tabatinga, estaro reunidas hoje autoridades antinarcticos do Brasil, da Bolvia, da Venezuela, do Peru, da Colmbia, do Equador, do Suriname e da Guiana. O encontro acontece na base de comando da Operao Cobra, centro de combate ao narcotrfico entre Brasil e Colmbia.

Sero detalhadas novas medidas em aes que esto em curso. Uma delas a Operao Plataforma, que tratar exclusivamente da represso herona. Outra a Operao Seis Fronteiras, para conter o comrcio ilegal de produtos qumicos usados no preparo de drogas. Ser discutida hoje a realizao de uma interveno conjunta na regio, a Operao Aquarius, de combate ao ecstasy.

O ministro-Chefe do Gabinete de Segurana Institucional da Presidncia da Repblica, general Alberto Cardoso, acompanha com ateno as mudanas de rota do narcotrfico, mas se mostra otimista com relao herona. 'Entre os usurios de drogas, o consumo de herona de 0,001%', diz Cardoso. 'E pretendemos que continue assim.'

Fonte: Jornal do Brasil - Brasil







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