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Tite veta cerveja e já lucra como garoto-propaganda antes da Copa  Notícias sobre drogas e alcool - Site Antidrogas



(imagem reprodução)
Sérgio Rangel
do Rio
Paulo Passos
Editor-Adjunto de "Esporte"
À frente da seleção, Tite levou a equipe para a classificação antecipada para a Copa do Mundo e já bateu o recorde de melhor aproveitamento no início de trabalho na equipe nacional.

O técnico aproveita a boa fase e lucra com ela. Já tem dois contratos para ser garoto-propaganda de empresas –Samsung e Faculdade Maurício de Nassau– e analisa outras propostas.

Os valores dos acordos não são divulgados pelo técnico. Tite impôs um veto: não aceitará propostas de empresas de bebidas alcoólicas. Os três antecessores do treinador no cargo- Dunga, Mano Menezes e Luiz Felipe Scolari- fizeram propagandas para marcas de cerveja.

"Ele está perdendo dinheiro com isso", afirma Mario D´Andrea, presidente da Associação Brasileira de Agências de Propaganda. "Mas se você pensar em termos de imagem a médio prazo tem uma mensagem que é boa para ele, claro. O Tite tem uma boa fluência para falar. Se fez piada sobre o chamado ´titês`, mas as pessoas entendem o que ele fala", completa.

O treinador também tem recebido convites para dar palestras em empresas.

Além do veto à vinculação de sua imagem com cerveja, Tite quer evitar gravações de comerciais e ensaios fotográficos após março de 2018, a três meses do início do Mundial.

O técnico da seleção brasileira poderá repetir Luiz Felipe Scolari, que começou a Copa de 2014 com alta popularidade e lucrou com isso. Ele fez propagandas para seis empresas: Gillette, Sadia, Vivo, Ambev, Peugeot e Walmart.

Em 2014, Felipão foi garoto-propaganda de uma cerveja gourmet lançada pela Ambev a "Brahma Seleção Especial". Segundo a empresa, a bebida tinha cevada plantada, cultivada e colhida na Granja Comary, concentração do time nacional. A Ambev é uma das patrocinadoras da seleção brasileira.

IMAGEM ARRANHADA
Enquanto Tite surfa na boa fase da equipe nacional em campo, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) vê uma fuga de patrocinadores desde o escândalo da Fifa, em maio de 2015.

O ex-presidente da confederação José Maria Marin está preso desde então. A Justiça dos EUA indiciou Marco Polo Del Nero, presidente da entidade, e Ricardo Teixeira, ex-chefe da CBF por mais de duas décadas.

Eles foram acusados de formação de quadrilha e também de estabelecerem laços com empresas de marketing para recebimento de dinheiro indevido.

Desde 2015, cinco empresas deixaram de apoiar a entidade. Uma delas foi a Samsung, que agora conta com Tite como garoto-propaganda. A empresa de tecnologia da Coreia do Sul alegou uma revisão de sua estratégia de patrocínio para romper o acordo com a confederação.

Duas novas empresas entraram para o grupo de parceiros no período desde 2015. Atualmente a CBF conta com 12 patrocinadoras.
Fonte: Folha Digital







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