Relatos
Sou um adicto não ativo, usei maconha durante 9 anos, desde dos 18 anos ate aos 28 anos, comecei a fazer o uso com a idéia de liberdade em relação aos meus amigos, minha família descobriu do meu vicio através de uma porção de 50 gr de maconha, já era usuario de 3 baseado por dia, foi uma lastima para a família o filho mais dedicado ao estudo, o mais atleta, e com maiores expectativa de vida.
Minha mãe logo foi me "DELATANDO" para todos, momentaneamente achei que ela queria me prejudicar!.
Após anos de sofrimento passando por psicólogos, psiquiatras, amor exigente, bairral (clinica de desintoxicação), achava que seria um eterno, maconheiro! Palavra que me incomodava, tinha vergonha do meu uso, da desconfiança das pessoas, o cheiro me incomodava, mesmo assim nada que um bom banho me "camuflasse" mais umas horas ate o próximo baseado.
Devido a grande luta de minha mãe tinha sempre artigos que abordava o vicio em cima da minha cama, sempre que chegava com o olhar deprimido era alertado do meu estado calamitoso as vezes arredio, sai e fuma mais um baseado, quando volta para o meu lar era minha grande mãe me cercando mais uma vez, mesmo com olhos brancos devido o uso do colírio, com uma bala na boca, com o cheiro de sabonete, ou de um perfume, novamente minha mãe que me gerou sabia me identificar, através de minhas pálpebras, ou alguns gestos de costume apos o uso, hoje agradeço minha mãe por não ter tampado o sol com a peneira, fico feliz de dizer que vencemos esse sofrimento juntos, e faço votos que todos adictos ativos tenha uma mãe ou um "padrinho" como a minha, quem ama não encoberta um vicio e sim luta com essa pessoa amada!!!!
Cesar
São João da Boa Vista - SP - Brasil
Livro de Visitas 12/10/04
Minha mãe logo foi me "DELATANDO" para todos, momentaneamente achei que ela queria me prejudicar!.
Após anos de sofrimento passando por psicólogos, psiquiatras, amor exigente, bairral (clinica de desintoxicação), achava que seria um eterno, maconheiro! Palavra que me incomodava, tinha vergonha do meu uso, da desconfiança das pessoas, o cheiro me incomodava, mesmo assim nada que um bom banho me "camuflasse" mais umas horas ate o próximo baseado.
Devido a grande luta de minha mãe tinha sempre artigos que abordava o vicio em cima da minha cama, sempre que chegava com o olhar deprimido era alertado do meu estado calamitoso as vezes arredio, sai e fuma mais um baseado, quando volta para o meu lar era minha grande mãe me cercando mais uma vez, mesmo com olhos brancos devido o uso do colírio, com uma bala na boca, com o cheiro de sabonete, ou de um perfume, novamente minha mãe que me gerou sabia me identificar, através de minhas pálpebras, ou alguns gestos de costume apos o uso, hoje agradeço minha mãe por não ter tampado o sol com a peneira, fico feliz de dizer que vencemos esse sofrimento juntos, e faço votos que todos adictos ativos tenha uma mãe ou um "padrinho" como a minha, quem ama não encoberta um vicio e sim luta com essa pessoa amada!!!!
Cesar
São João da Boa Vista - SP - Brasil
Livro de Visitas 12/10/04
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