Terapeutas ajudam a prevenir uso de droga

Formar mais de 700 terapeutas comunitários em todo o País com conteúdo direcionado na área de drogas. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria Nacional Antidrogras – Senad e a Universidade Federal do Ceará – UFC. A proposta foi apresentada no III Congresso Brasileiro de Terapias Comunitárias, na quarta-feira, dia 07/09,no Sesc de Iparana, Caucaia – CE.

No congresso, que prossegue até sábado, dia 10/09, estão presentes terapeutas comunitários de todo o Brasil. O evento é promovido pelo Movimento Integrado de Saúde Mental Comunitária (Projeto 4 Varas) e a Associação Brasileira de Terapia Comunitária – Abratecom.

Todos sabem que o consumo de drogas lícitas ou ilícitas é um dos principais problemas enfrentados pela sociedade moderna. Diante desta constatação, o Secretário Nacional Antidrogas, Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa, destaca a importância do trabalho já desenvolvido pelos terapeutas comunitários, principalmente agora, quando estarão preparados para atuar com mais conhecimento na área.

A medida, de acordo com Uchôa, vem ao encontro de uma política nacional contra as drogas desenvolvida pelos órgãos competentes, seja por meio dos Conselho Estaduais ou Municipais de Entorpecentes, explica. No entanto, ele ressalta que quem vai reprimir as drogas é a polícia, mas quem irá ajudar a comunidade são os terapeutas, tanto na prevenção como no tratamento.

Vale lembrar que terapia comunitária é um instrumento que permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e comunidades, segundo o Psiquiatra, Antropólogo e Professor da Universidade Federal do Ceará – UFC, Adalberto Barreto. Ele foi o responsável pela sistematização da terapia comunitária no Ceará em 1987. Desde então, cerca de oito mil terapeutas comunitários já foram capacitados, atuando hoje em 27 Estados, principalmente nas áreas onde a população é socialmente excluída.

A terapia comunitária tem ainda o objetivo de suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo, valorizando a herança cultural dos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um. Enquanto alguns modelos concentram suas atenções na patologia, nas relações individuais e privada, a terapia comunitária se propõe a cuidar da saúde coletiva em espaços públicos. A experiência, pioneira no Ceará, também já está sendo implantada na França e na Suíça.

A medida, de acordo com Uchôa, vem ao encontro de uma política nacional contra as drogas desenvolvida pelos órgãos competentes, seja por meio dos Conselho Estaduais ou Municipais de Entorpecentes, explica. No entanto, ele ressalta que quem vai reprimir as drogas é a polícia, mas quem irá ajudar a comunidade são os terapeutas, tanto na prevenção como no tratamento.

Vale lembrar que terapia comunitária é um instrumento que permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e comunidades, segundo o Psiquiatra, Antropólogo e Professor da Universidade Federal do Ceará – UFC, Adalberto Barreto. Ele foi o responsável pela sistematização da terapia comunitária no Ceará em 1987. Desde então, cerca de oito mil terapeutas comunitários já foram capacitados, atuando hoje em 27 Estados, principalmente nas áreas onde a população é socialmente excluída.

A terapia comunitária tem ainda o objetivo de suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo, valorizando a herança cultural dos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um. Enquanto alguns modelos concentram suas atenções na patologia, nas relações individuais e privada, a terapia comunitária se propõe a cuidar da saúde coletiva em espaços públicos. A experiência, pioneira no Ceará, também já está sendo implantada na França e na Suíça.
Fonte: Jornal Diário do Nordeste