Viva voz chega a 110 mil ligações em 2007

Instalado em Porto Alegre no Rio Grande do Sul, desde 2005, o Viva Voz, é um serviço inovador que presta informações gratuitas a dependentes químicos e familiares sobre o uso indevido de drogas. Apenas neste ano, o serviço recebeu mais de 110 mil ligações de todo o País. Uma parceria entre a Secretaria Nacional Antidrogas – Senad, Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae e Serviço Social da Indústria – Sesi/RS.

Viva voz é uma central telefônica, aberta à população em geral, que objetiva orientar e informar sobre as características das drogas psicoativas, sua ação no organismo, prevenção ao uso e sobre os mais variados recursos disponíveis na comunidade para quem precisa de algum tipo de atenção. Os atendentes passaram por um período intenso de capacitação e durante o atendimento são ininterruptamente supervisionados por profissionais, mestres e doutores, da área de saúde. Além de orientar e informar às pessoas que ligam, eles alimentam um banco de dados que, futuramente, poderá ser usado como fonte para estudantes, professores e profissionais de saúde

Em janeiro, foram registradas 56.281 ligações e realizados 11.295 atendimentos. Em fevereiro, houve 56.446 ligações e 10.849 atendimentos. Segundo Taís Moreira, uma das supervisoras do serviço, o maior volume de chamadas (67%) envolveu familiares dos dependentes químicos. Dos 7.956 atendimentos feitos entre 21 de junho de 2005 e 21 de junho de 2006, 64,2% das pessoas buscaram informações sobre drogas, 28% pediram materiais informativos e 13,2%, orientações sobre centros de tratamento.

Viva Voz – Orientações e informações sobre o uso indevido de drogas

• Serviço aberto para toda a população;
• Totalmente gratuito;
• Não é preciso se identificar;
• Profissionais de Recursos Humanos, Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho também podem tirar suas dúvidas;
• Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 20h.

Viva Voz, 0800 510 0015.

Fonte: Correio do Povo – Com alterações