Estudo aponta indicadores do hábito de fumar

O cigarro tornou-se o vilão em várias cidades do país. Em Curitiba, a Câmara de Vereadores aprovou recentemente projeto que proíbe o consumo de cigarro em locais de uso coletivo público ou privado, que ficarão impedidos também de destinarem locais para “fumódromos” (locais reservados para fumantes). Em São Paulo a lei antifumo entrou em vigor na última sexta-feira, dia 7. Somente no primeiro dia de fiscalização, 11 estabelecimentos foram autuados.

Dados recentes do sistema Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, apontam estimativas de vários indicadores do hábito de fumar entre adultos, levando em conta, entre outros aspectos, frequência, intensidade e idade do início do hábito de fumar. Nesta publicação, o Ministério da Saúde apresentou estimativas referentes à frequência de fumantes e ex-fumantes.

De acordo com a pesquisa, a frequência de adultos que fumam variou entre 9,8% em Maceió e 21,0% em São Paulo. O hábito de fumar se mostrou mais disseminado entre homens do que entre mulheres em todas as cidades, embora as diferenças segundo gênero tenham variado muito de cidade para cidade. Por exemplo, em Macapá o hábito de fumar foi cerca de três vezes mais frequente entre homens do que entre mulheres (24,7% e 7,7%, respectivamente) enquanto em Porto Alegre a diferença por gênero foi discreta (21,8% de fumantes no sexo masculino e 17,5% no sexo feminino).
Autor: Editoria Geral
OBID Fonte: Folha de Londrina