Souza Cruz é acusada pela Promotoria de venda casada

O Ministério Público de SP entrou com ação civil pública contra a fabricante de cigarros Souza Cruz por suposta venda casada de maços e produtos como relógios digitais.

Para a Promotoria, a medida “visa induzir o público a consumir cigarros”. Desde 1996, a propaganda de produtos tabagistas é proibida no Brasil. No processo, em que pede R$ 250 mil “para fins de alçada”, a Promotoria acusa a Souza Cruz de veicular imagens relacionadas a atividades esportivas, o que é vetado. A empresa diz que a ação “decorre de representação de uma ONG antitabagista repleta de distorções”.
Fonte:Folha de São Paulo/UNIAD – Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas