Prevenção e estudos sobre uso de drogas por jovens

Em parceria com a coordenadoria especial de prevenção à dependência química da prefeitura do Rio, a SME organiza o concurso de produções audiovisuais com o tema “prevenção ao uso de drogas”.

A pasta espera que o projeto mobilize mais de 650 mil alunos das 1.064 escolas municipais do Rio de Janeiro. As unidades desenvolverão pesquisas, discussões e reflexões sobre drogas com os estudantes. Além deste projeto, a secretaria desenvolve o Programa de Orientação Sexual e Prevenção ao Uso Indevido de Drogas. Através do programa, coordenadores pedagógicos das Escolas do Amanhã participam de oficinas sobre os dois temas. O consumo de entorpecentes entre os alunos também é tratado de forma interdisciplinar em todas as unidades escolares da rede municipal.

O estado do Rio também está incluído nas Ações Integradas na Prevenção ao Uso de Drogas e Violência da Senad. O programa desenvolve atividades conjuntas de prevenção, tratamento, reinserção social e diagnóstico situacional, visando reduzir também a criminalidade associada ao uso indevido de álcool e drogas. Outra frente de prevenção da Secretaria Nacional sobre Drogas é a realização de cursos de capacitação. No Rio, parte do público atendido por estes cursos é formado por educadores, coordenadores e gestores escolares da rede pública.

O objetivo de secretaria é reduzir o consumo de drogas entre os alunos das escolas públicas.

A Senad realiza também, em parceria com o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid), da Unifesp, estudos sobre o consumo de drogas entre estudantes. No último estudo finalizado em 2004, as drogas mais usadas no Rio de Janeiro eram as legalizadas: bebidas alcoólicas (68,9% dos jovens dizem já ter usado uma vez na vida e 7,6% fazem uso pesado) e tabaco (27,2% já fumaram e 3,2% fumam com frequência).

As drogas ilícitas mais usadas são os solventes (13,7% dos entrevistados já utilizaram), maconha (6,8%) e ansiolíticos, ou tranquilizantes, (5%).

As capitais brasileiras onde o consumo de crack é maior são Vitória (1,8% dos entrevistados já consumiu), Porto Alegre (1,5%), Belo Horizonte (1,4%).
Fonte:Jornal do Brasil/ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)