MPPE realiza audiência pública para articular ações de combate ao uso de drogas por jovens

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realiza, no próximo dia 13 de outubro, audiência pública em Arcoverde para discutir ações no combate à venda e ao consumo de drogas para crianças e adolescentes do município.

O intuito é estabelecer métodos de trabalho e campanhas preventivas na cidade. A audiência é uma convocação do promotor de Justiça Carlos Eduardo Domingos Seabra e vai ser realizada, a partir das 8h30, no auditório da Câmara de Vereadores, que fica na Av. Coronel Antônio Japiassu, 600, no Centro do município.

Entre as autoridades e entidades convidadas para o encontro, estão representantes da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, o prefeito da cidade e o presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, delegados de Polícia Civil, secretários municipais, o presidente e conselheiros do Conselho Tutelar, de Assistência Social e de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, além do comandante de Polícia Militar da cidade e do diretor do Hospital Regional de Arcoverde.

MPPE no combate às drogas

Para fortalecer o interesse da população e dos profissionais de saúde quanto à questão do uso de substâncias tóxicas entre menores, o MPPE reuniu, no início do mês passado, autoridades e pessoas que trabalham diretamente com a questão. Foi a III Jornada Regional sobre Drogas, realizada pelo MPPE através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Infância e Juventude (Caop IJ) e pela Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).

Com o tema “Políticas públicas na atenção ao uso de drogas”, um dos principais desafios apontados, durante os debates, foi o combate ao consumo de álcool por menores. A promotora de Justiça com atuação em Defesa da Infância e da Juventude Heloisa Pollyana de Freitas destacou que praticamente todos os menores atendidos pela Promotoria consomem álcool a despeito do uso de outras substâncias. “Por conta disso, paga-se muito caro por uma substância lícita”, argumentou a promotora.
Fonte:JusBrasil/ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)