Tratamentos de usuários devem ficar mais caros

O Estado de São Paulo
Os serviços de saúde pública deverão sentir em breve o impacto da chegada do oxi.

“Acredito que será necessário um investimento maior no tratamento dos usuários. Ela estraga o fígado e os remédios para cuidar desse órgão são de alto custo. Se não for feita essa prevenção, esse vai ser um gasto muito elevado para a sociedade”, diz Reinaldo Correa, do Denarc.

Psiquiatra e diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde, Marta Jezierski diz que ainda não se deparou com usuários de oxi. Ela se baseia na atenção ao crack. “O tratamento é complexo. Não é uma infecção bacteriana. É a reabilitação psicossocial. Precisa conversar com o indivíduo. A droga atinge os mais variados perfis, mas depois fica todo mundo igual.”
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)