Operação Trovão – resultados

Como noticiado anteriormente, foi deflagrada hoje a OPERAÇÃO TROVÃO, objetivando dissolver a “organização criminosa” responsável por tráfico de drogas e assaltos, baseada na cidade de Tupã (SP);

Os resultados da operação, até o momento:

– 11 pessoas presas em flagrante entre outubro de 2011 e fevereiro de 2012, totalizando aprox. 1 tonelada de droga apreendida e armamento de uso restrito.

– 8 mandados de prisão expedidos para cumprimento na Operação TROVÃO, sendo que 7 foram cumpridos (5 na região de Tupã e 2 em Ponta Porã), estando um investigado foragido

– 4 veículos de passeio apreendidos, indiciariamente fruto da aquisição com dinheiro do tráfico (veículo importado), alguns com marcas de adulteração de elementos de identificação, indiciariamente fruto dos assaltos aos muambeiros, na rota Marília-Tupã, veículos que serviam para o transporte da droga e/ou eram comercializados, após a documentação ter sido “esquentada” por investigado no estado do Rio de Janeiro (RJ)

– um caminhão apreendido, indiciariamente adquirido pela “organização criminosa” com recursos provenientes do tráfico e dos assaltos.

– diversos produtos eletrônicos e acessórios automotivos, indiciariamente fruto dos assaltos, e que estavam sendo comercializados em estabelecimento comercial de um dos investigados.

– diversos documentos para vinculação da organização, estruturada de forma hierárquica, com funções definidas e substitutos designados para assumir o negócio na ausência dos titulares de cada “setor” do negócio.

A organização seguia uma rígida estrutura funcional, com tesoureiro, responsável pela logística, financeiro, etc. O responsável pela organização, nível mais alto na hierarquia criminosa, deslocava-se para o Paraguai com frequencia, e chegou a residir no país vizinho por alguns meses, alinhando os processos de aquisição, transporte e distribuição da droga, até a cidade de Tupã, sendo que a função originária deste na cidade do interior paulista foi assumida pelo seu “substituto” neste tempo, a demonstram grande capacidade de organização funcional.

Dentre os presos estão o primeiro e o segundo na hierarquia de comando da organização, e quase todos os membros “chave” desta (estando um foragido), além do enorme impacto financeiro no “negócio” criminoso (apreensão de drogas e bens) a dissolver em definitivo a mesma.

Fonte: Comunicação Social DPF/MII/SP