Plano de Ações será criado para combate às drogas e violência

Diário de Suzano
A Cultura de Paz nas escolas foi tema em evento voltado aos diretores de escolas municipais e estaduais de Suzano.

O objetivo é criar um plano de ações para combater drogas e violência dentro das unidades de ensino. Realizado pela Secretaria Municipal de Defesa Social e Prevenção à Violência e pelo Gabinete Integrado de Prevenção à Violência, o objetivo do encontro foi estabelecer através do diálogo o que cada instituição ou secretaria tem a oferecer para manter e melhorar a cultura de paz dentro das escolas e no município. A ação foi realizada no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi.
“Todos os envolvidos estão divulgando o que cada instituição ou secretaria tem a oferecer. Cada um apresenta um projeto para que eu possa indicar aos meus alunos, podendo assim estabelecer uma parceria, pois ele vai para escola em um período, e no outro ele fica ocioso”, ressalta a supervisora de ensino da Diretoria de Ensino de Suzano, Fátima Maria Lopes.

Segundo a supervisora, o importante dentro dessa situação é saber para quem se possa recorrer, onde pode se buscar uma alternativa, uma expectativa a mais para os alunos. Onde ele passa a ter cursos, atividades culturais, e educação de todos os níveis, sempre visando uma cultura de paz.

No evento foram apresentados conteúdos e projetos desenvolvidos pela administração municipal e estadual. “Trata-se de um trabalho contínuo. Nesse período de férias a gente faz um contato mais estreito com a direção das escolas, e com os professores, para que esse trabalho seja intensificado dentro das redes de ensino. A cultura de paz é um trabalho contínuo, ela é permanente, para assim diminuir essa onda de violência gratuita, que vem acontecendo de forma descontrolada”, explica o secretário interino da Defesa Social e Prevenção à Violência, Élio Polidoro dos Santos.

O papel das polícias Militar e Civil é de grande importância para o sucesso do projeto. Eles atuam através do Programa Educacional de Resistências as Drogas e a Violência (Proerd). No encontro eles explanaram sobre qual a metodologia de ensino correta para cada série. “Na reunião de hoje queremos mostrar aos diretores, qual o caminho para ele poder buscar o instrutor adequado para poder levar à sala de aula. Ele nos diz qual a sua necessidade, em qual série está, o problema, e assim buscamos um instrutor formado do Proerd especificamente daquele ano que o aluno está”, ilustra o cabo da Polícia Militar do 32º Batalhão, Rodrigo Delarmelino.

Identificando o aluno de um determinado período, que às vezes está começando a demonstrar algumas situações com envolvimento de drogas, e de violência, um profissional preparado vai até a escola para ajudar o jovem a sair deste caminho.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)