Profissionais são capacitados para prevenir e reprimir drogas

Midia News
O curso foi realizado simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis e teve carga horária de 120 horas

Levantamento do setor de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) identificou pelo menos seis lugares na Capital que servem de abrigo para consumo e venda de drogas. Com o objetivo de exterminar esses pontos e encaminhar os dependentes químicos para tratamento de desintoxicação, 139 bombeiros, guardas municipais, policiais civis e militares, concluíram, nesta terça-feira (03.09), a capacitação do programa federal “Crack, é possível Vencer”, aderido pelo Governo do Estado para o enfrentamento às drogas em Mato Grosso.

O curso foi realizado simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis e teve carga horária de 120 horas. Foram ministrados três módulos: Curso Nacional de Multiplicador de Polícia Comunitária, Redes de Atenção e Cuidados e Abordagem Policial a Pessoas em Situação de Risco.

Para a policial civil que concluiu o curso, Maristene Aparecida Sales, o treinamento vai contribuir para uma melhor atuação com os dependentes químicos e traficantes. “Tenho certeza que os assuntos expostos foram relevantes para agregar conhecimentos, além do que serão aplicados no dia-a-dia da nossa função. O conhecimento adquirido fará a diferença no exercício da nossa função”, disse.

De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante dos Santos, o curso vai garantir o trabalho de forma mais segura nos locais de consumo de drogas. “A luta contra o uso e tráfico de drogas é uma guerra que está só começando. A repressão, o Estado tem feito com muita nobreza, por meio do trabalho integrado e harmônico com os órgãos municipais, federais e estaduais”, destacou.

Além da capacitação, o programa “Crack, é possível Vencer” vai reaparelhar e modernizar as forças de segurança pública no combate a entorpecentes. Pelo programa, Mato Grosso vai receber câmeras de videomonitoramento que contribuirão para o trabalho de investigação das polícias.
Fonte:ABEAD(Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)