A dor de ver um filho perder uma amiga de 17 anos para as drogas

Meu filho chegou em casa transtornado. Olhos esbugalhados, rosto pálido, nitidamente assustado com algo que havia acontecido no caminho. Correu pro banheiro e vomitou tudo o que tinha colocado no estômago aquele dia. Abraçou o vaso sanitário como quem procura consolo e desabou a chorar e gritar que a Kelly tinha morrido.

Eu estava alarmada, sem conseguir entender o que ele estava falando e o motivo do vômito. Me coloquei a acudir o menino que, na passagem da sua vida adulta, estava diante da morte de alguém querido e desesperado com o desfecho que a vida havia reservado para a sua amiga.

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Fonte:UNIAD – Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas