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Procura por tratamento aumenta  Artigos sobre drogas e alcool - Site Antidrogas


As mulheres bebem mais socialmente e também aparecem mais nas estatísticas dos problemas associados ao álcool. Levantamento feito em instituições públicas do Estado de São Paulo aponta que cresceu em 28,8% as mulheres das classes econômicas A e B (que ganham acima de 15 salários mínimos por mês, ou seja, R$ 6.975) em tratamento por causa do vício em bebida alcoólica. O estudo mostra ainda que, em geral, o aumento da procura das mulheres por tratamento foi de 80% nos serviços públicos de saúde de São Paulo.

Não são as únicas estatísticas sobre essa tendência. Entre as garotas com menos de 18 anos, o mesmo fenômeno é atestado.

Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 6,4% das moradoras de São Paulo entre 12 e 17 anos apresentam sinais de dependência do álcool. Nos garotos da mesma idade, o índice é de 4,9% - com base em uma pesquisa com 4.117 entrevistas jovens da capital.

Mortes no trânsito

O reflexo de mais mulheres com o hábito de beber já impacta no perfil de mortes violentas na capital, de acordo com o sociólogo da Secretaria de Segurança Pública Túlio Kahn. Enquanto no ano 2000 elas respondiam por 12% dos casos de mortes violentas, que englobam os assassinatos e as vítimas de acidentes de trânsito em São Paulo. Oito anos depois, em 2008, o grupo feminino passou para 25%.
Autor: CIDADE
OBID Fonte: JORNAL DA TARDE







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